terça-feira, 24 de julho de 2012

Infraero assinou Ordem de Serviço para reforma e ampliação do Aeroporto de Santarém

A Infraero emitiu a Ordem de Serviço para o início das obras de reforma e ampliação do terminal de passageiros e estacionamento do Aeroporto de Santarém/Maestro Wilson Fonseca (PA). Os investimentos para os trabalhos, que têm prazo estimado de execução de 300 dias, serão de R$ 6,3 milhões. O documento foi assinado na última quinta-feira (19/7) e o começo das obras está previsto para o mês de agosto.

O contrato prevê a ampliação da sala de desembarque e do saguão do terminal, assim como a construção de nova sala de embarque e adaptações para aperfeiçoar a acessibilidade do espaço para pessoas com deficiência e/ou mobilidade reduzida. O estacionamento, por sua vez, terá sua área aumentada em 4,8 mil m².

As reformas incluem a substituição da cobertura e do forro do terminal, tratamento e pintura das paredes e revitalização das fachadas. Serão instaladas marquises metálicas, novos sanitários e nova sinalização no terminal de passageiros, estacionamento e nas vias externas. Finalmente, as instalações elétricas, hidrossanitárias e eletrônicas passarão por modernização.

Segundo o superintendente da Regional Norte, Paulo Roberto Pereira da Costa, as melhorias ampliarão a capacidade do aeroporto, atendendo à demanda local. “As ações trarão um aumento significativo de conforto. O terminal contará com áreas de tráfego de passageiros amplas e uma sala de embarque e desembarque com duas esteiras”, afirmou.

Fonte: Assessoria de Imprensa - Infraero

terça-feira, 17 de julho de 2012

Loja Novo Mundo em Santarém


Novo Mundo deve inaugurar loja até o final do ano em Santarém. Segundo informações, as duas lojas da Esplanada foram negociadas com a rede de Goiânia. Um funcionário da Esplanada relatou que as atividades  da loja em Santarém devem ser encerradas assim que o estoque zerar ou no máximo até outubro.

A inauguração da loja Novo Mundo tem previsão para ocorrer em dezembro. Aproximadamente 90% dos funcionários da Esplanada devem ser convocados para trabalhar na nova loja.

Novo Mundo - Historia

Desde o seu surgimento, em 1956, a Novo Mundo está presente em diversos lares brasileiros. São cento e trinta e cinco lojas espalhadas pelos estados de Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Tocantins, Bahia, Maranhão e Distrito Federal. Com pouco mais de meio século de atuação, a Novo Mundo se consolida como uma das maiores e mais importantes lojas de varejo do Centro-Norte.

Com uma filosofia de transparência e honestidade, a Novo Mundo firma uma parceria saudável e concreta com todos os seus clientes, colaboradores, investidores e fornecedores. A empresa emprega atualmente mais de cinco mil colaboradores.

Conheça o site da loja Novo Mundo: http://www.novomundo.com.br/

domingo, 15 de julho de 2012

Carrefour em Santarém, Marabá e Belém

O nº 1 do Carrefour no país, Luiz Fazzio, recebeu autorização dos franceses para tirar da gaveta o projeto de expansão na Região Norte, área onde a rede varejista tem sua operação mais modesta no Brasil. De acordo com informações filtradas junto à própria empresa, o plano prevê a abertura de três hipermercados até o início de 2013.
Todas as lojas ficarão no Pará, nas cidades de Belém, Marabá e Santarém. Segundo uma fonte ligada ao Carrefour, a decisão já teria sido comunicada ao governador do Pará, Simão Jatene. Trata-se de um aquecimento. A estratégia do grupo passa pela inauguração de 20 pontos de venda na região até 2014.
Fonte: Relatório Reservado

sábado, 14 de julho de 2012

Coema aprova licença de instalação e expansão do terminal da Cargill em Santarém


O Conselho Estadual de Meio Ambiente (Coema) aprovou, ontem, as licenças de instalação e expansão do terminal graneleiro da Cargill, no porto de Santarém, Baixo Amazonas. A empresa opera há dez anos com licenciamento provisório. Autor de ação que acusa falha no Estudo de Impacto Ambiental (EIA/Rima) do empreendimento, o Ministério Público Estadual se absteve da votação.

Votaram a favor do licenciamento os representantes das Secretarias Estaduais de Meio Ambiente (Sema) e Ciência Tecnologia e Inovação (Secti), da Associação dos Mineradores de Ouro do Tapajós (Amot) e das Federações da Agricultura (Faepa) e da Indústria (Fiepa). Eles acompanharam o parecer produzido pela Câmara Técnica de Produtos Industriais e Infraestrutura do Coema. O documento considerou que os estudos atenderam as normas jurídicas e contemplam a mitigação dos impactos gerados no local do empreendimento.

Segundo a Câmara Técnica, a empresa apresentou um plano de gerenciamento de resíduos sólidos, de controle do tráfego de caminhões na área urbana e de combate à exploração sexual para execução pela própria empresa, pela prefeitura de Santarém e pela Companhia Docas do Pará (CDP). O parecer fez apenas recomendações para que seja feito o monitoramento da situação de mortalidade, internações hospitalares e agravo de notificações de saúde para se constatar se há aumento em relação à série histórica dessas situações que podem estar associadas às atividades da Cargill.

O documento aponta, ainda, a relevância econômica da empresa para o Estado. O gerente nacional de portos da Cargill, Clythio van Buggenhout, revelou que a empresa mantém contrato com cerca de 250 produtores da região para a compra da soja hoje plantada em 30 mil hectares de área. Ele afirmou que os problemas enfrentados pela empresa para atuar em Santarém tornaram a produção ínfima diante da possibilidade de aproveitamento de 500 mil hectares de área agriculturável. "O que exploramos hoje não é nem 5% da nossa capacidade", disse para reforçar o histórico do empreendimento que, continuou ele, faz a medição dos impactos gerados pela atividade.

O gerente também defendeu que algumas exigências feitas à empresa devem ser redirecionadas para outras operadoras do porto e para o próprio poder público por não estar associadas diretamente às atividades da Cargill. Uma delas é o deslocamento do porto.

Segundo Ministério público houve valorização dos benefícios

A promotora do Meio Ambiente, Graça Azevedo, que junto com o representante dos Servidores da Sema, se abstive da votação, questionou a falta de resposta a questões levantadas anteriormente pelo Ministério Público. Entre os questionamentos, estão o estrangulamento crescente da cidade por causa do crescimento populacional da área urbana, o impacto para o transporte fluvial local, a possibilidade de transferência do porto para outra área e a demonstração de participação da Cargill na receita gerada para Santarém.

Para a promotora, houve tendência a se valorizar os impactos positivos do empreendimento e minimizar os negativos. O titular da Sema, José Alberto Colares, rebateu que o assunto pode ser melhor discutido com a secretaria, mas o importante era aprovar as licenças que aguardavam quatro anos pela análise. Ele pediu e os membros do Coema o atenderam para a inclusão de duas recomendações à empresa, além das já contidas no parecer. Uma é que a empresa apresente um plano de monitoramento das situações ligadas diretamente a ela, como o impacto da atividade dos 250 produtores de soja. Outra é a parceria com os órgãos públicos e entidade civil para a realização do ordenamento territorial local que definirá as atividades mais adequadas para exploração no município.